quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Apenas um sonho



   Na hora que você acha
   Que sabe muito sobre a vida
   É a hora que você segura
   O absurdo na ponta dos dedos
   Ter o hábito de sorrir sem estar feliz
   E se olhar no espelho
   E arrancar a alma diante a ele

   Tocar o silêncio
   E deixar o seu desenho
    escorrer entre os dedos
   Um olhar desesperado
   Um sorriso hipócrita
    um sonho a se realizar
   E no coração um desejo secreto

Labirintos Vazios



    Apenas um sonhos basta
    Para seguir em frente
    Quando em algumas noites
    Tenho medo do escuro
    Medo do que posso encontrar nele
    Um mistério atravessa nossos olhos
    Como o destino desarrumando
    O passado, criando sentido para tudo

    Um olhar distraído com
    Um sorriso insensível
    E o que dói realmente 
    É sentir e não poder demonstrar
    E esse seu jeito indecifrável
    Me assusta  cada vez mais

Pequenos erros



       Em um breve instante
      A primeira estrela diz
      Que no silêncio da madrugada
      É a hora que as lembranças
      Ficam mais fortes
      E se não tomar cuidado
      Da noite mais bela pode
      Se torna o fim de todos os sonhos
  
      Toda coragem é pouca
      Quando existe um medo maior
      Tantas palavras se perdem
     No meio de tantas ideias fúteis

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Ilusão




       Se Fechar os olhos e conseguirá
       Ver o invisível, como se fosse.
       O vento soprando mais é o silêncio
       Dos sonhos perdidos como violetas
       Amassadas no puro desejo da vingança
       Sonhos desencantados assombrando a noite
       Rostos pontuando as sombras.
       Na hora que não consegue ver
      Seu reflexo no espelho, uma parte de ti.
       Não se encontra ali
       É a hora que tudo é possível